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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Cores e padrões

Cores e Padrões



Em seu estado selvagem, a calopsita possui o chamado padrão cinza normal. Quando surgem mutações naturais, dificilmente elas sobrevivem, pois chamam a atenção dos predadores.
As inúmeras cores que existentes vem sendo obtidas pelos criadores geneticamente. A maior parte das colorações surgiu nos últimos 15 anos e algumas delas são bastante raras e difíceis de se encontrar.É importante salientar que os diversos padrões podem ser mesclados entre si, dando origem a um enorme leque de cores e tonalidades, tornando assim, cada calopsita, um exemplar único.  
CINZA OU NORMAL A variedade original, tal como a encontramos na Natureza, tem o corpo cinza com as bordas das asas brancas. A crista do macho é amarela sobre uma cabeça amarela e, na fêmea, cinza amarelado com a cabeça cinza. A cauda é totalmente negra, no macho, e na fêmea intercala negro com amarelo na parte de baixo.
O macho adulto apresenta a cabeça amarela, com duas manchas circulares laterais (bochechas) de cor vermelha, crista amarela, corpo revestido com penas de cor cinza, com o dorso mais escuro, bordas das asas brancas e cauda negra.
A fêmea adulta apresenta a mesma coloração dos filhotes. O corpo a cabeça são cinzas, tem as bochechas de um vermelho mais suave que o macho, a crista cinza-amarelada, as bordas das asas brancas e a face interior da cauda estriada de amarelo e preto, com penas laterais externas amarelas.
Em ambos os sexos, os olhos são marrons, o bico cinza escuro e as pernas e pés, cinza escurecido.


LUTINO Sem dúvida alguma, é o padrão mais popular e apreciado, tendo surgido nos Estados Unidos, em 1958. Essa mutação causa perda do pigmento melanina (que confere o tom cinza à ave). Desse modo, a cor dominante nos lutinos á a branca, apresentam os olhos vermelhos, pés rosados, crista amarela, bico marfim e cabeça amarelada com bochechas vermelhas. Nas asas e cauda, também está presente o amarelo.
Na realidade, os lutinos não podem ser considerados como brancos ou albinos, pois não são inteiramente brancos, em razão da presença das cores amarela e vermelha (dadas pelo pigmento psitacina). Os exemplares podem apresentar desde um amarelo forte até um branco quase total no corpo.
No padrão lutino, as calopsitas sofrem de um defeito de origem genética, inóculo, caracterizado pela existência de uma área sem penas localizada atrás da cabeça.
A fêmea tem estrias amarelas na face inferior da cauda e spots amarelos debaixo da asa.

PÉROLA A pérola surgiu pela primeira vez na Alemanha Ocidental, em 1967. É uma mutação que afeta as penas (há uma falta de melanina no centro de cada pena, individualmente), fazendo com que haja uma falta de coloração uniforme, resultando em penas com coloração em forma de "concha". São aves extremamente vistosas, e o padrão básico pode variar bastante. De um modo geral, mostram as duas manchas laterais à cabeça (bochechas), as faces são amarelas salpicadas de cinza, e a crista amarela riscada de cinza. As penas das costas exibem um padrão "escamado", resultante da ausência de melanina no seu centro, podendo a cor desta parte das penas variar do branco ao amarelo. As penas das asas são cinzas, com faixas amarelas. A cauda é amarela, e o peito e a barriga, listrados de amarelo e cinza.
As fêmeas carregam o perolado nas costas, asas, nuca e cabeça, com uma concentração maior nas costas. Já os machos podem perder totalmente o perolado, principalmente na cabeça e na nuca.

ARLEQUIM Conhecido também como "lutino de olhos pretos", o arlequim é a mutação mais antiga entre as calopsitas, surgida nos Estados Unidos, em 1949. Lá é chamada pied.
Esta mutação causa alteração ou disrupção da coloração normal em áreas randômicas. O padrão é extremamente variável, podendo apresentar aves bastantes semelhantes ao normal, até aquelas com poucas áreas cinzas, predominando o amarelo claro e apenas algumas penas de coloração cinza. A cabeça exibe um amarelo forte, bochechas vermelhas e crista amarela. Idealmente, um típico "arlequim" deve apresentar melanina em 25% das penas, e 75% com total ausência da substância. Um "arlequim" puro possui, ou deve possuir, uma máscara "limpa", livre de manchas cinzas, uma cauda limpa e asas de vôos com um balanço igual de marcas, em simetria perfeita.
Nesse padrão, é virtualmente impossível a distinção de sexo entre os indivíduos, uma vez que a marcação arlequim obscurece as diferenças de plumagem. O dimorfismo sexual só existe se a fêmea apresentar barras na parte inferior do rabo.
O padrão arlequim engloba quatro classificações reconhecidas: claro (ou light, com 75% ou mais de melanina), escuro (ou heavy, com apenas 25% de melanina), reverso (ou reverse, com marcações apenas nas asas de vôos, tendo restante do corpo sem melanina) e limpo (ou clear, um pássaro totalmente amarelo ou branco).

CANELA O padrão canela (cinnamon), também conhecido como Isabelino, surgiu pela primeira vez na Bélgica, em 1960.
As aves são semelhantes ao padrão normal, com exceção de alteração na coloração da melanina, resultando uma tonalidade marrom-claro ou canela. Também as pernas e os olhos são de coloração mais clara.
Os machos adultos são um pouco mais escuros que as fêmeas, em razão da maior presença de melanina. Algumas fêmeas podem apresentar mais amarelo na "face" que os machos, além do barramento típico sob as asas da cauda.

CARA BRANCA O padrão cara branca (whiteface) surgiu na Holanda, por volta de 1969. No final da década de 1970, passou a ser produzido também na Alemanha e Inglaterra.
Essa mutação causa perda do pigmento psitacina (que confere os tons amarelo e laranja), causando a falta da pigmentação laranja e amarela nas bochechas e no corpo.
A fêmea apresenta o corpo cinza, bordas das asas brancas e face interior da cauda com estrias pretas e brancas, não apresentando as típicas "bochechas", mas a face inteiramente cinza.
O macho segue um padrão parecido com o normal, porém com a face totalmente branca e as cores cinzas em tom mais escuro, a crista cinza e as bordas das asas brancas.

ALBINO O padrão albino (whiteface lutino) produz ave inteiramente branca, com olhos vermelhos e pés rosados.
Na realidade, o albino resulta da combinacão de duas mutações: a lutino e a cara branca, onde se obteve a total ausência de qualquer pigmentação.
Relativamente raros no comércio, é mais fácil encontrar fêmeas, por ser um padrão genético com herança ligada ao sexo.

CARA AMARELA (bochecha amarela) Surgida na Europa, na década de 80, ainda não se tem notícias da existência, no Brasil, de calopsitas cara amarela (yellowface ou yellowcheek). Os primeiros exemplares do padrão chegaram aos Estados Unidos por volta de 1992.
As aves cara amarela são em tudo semelhantes aos demais padrões. Diferem apenas na cor das bochechas que, ao invés de vermelhas, são amarelas. A principal diferença entre os sexos está na intensidade do amarelo das bochechas, que é mais forte no macho.
Esta mutação apresenta três variações, como ocorre no padrão prata. São elas: a dominante simples-fator, a dominante duplo-fator e a recessiva.

PRATA RECESSIVO A mutação Prata apresenta duas variantes bem distintas entre si, e a recessiva é uma delas.
Apesar de ter surgido na Nova Zelândia, em 1950, a mutação só veio a ser estabilizada na Europa, na década de 60. Ela difere do padrão normal por apresentarem os olhos vermelhos e o cinza global do corpo ter passado a uma cor prateada. Mesmo assim, existe uma grande flutuação de tons entre os indivíduos.
No restante, as demais características de cor são as mesmas do padrão normal, inclusive quanto a identificação do macho e da fêmea.

PRATA DOMINANTE Segunda variante do padrão prata, o prata dominante é uma criação relativamente recente, tendo sido fixada por volta de 1979.
As aves tem a cor cinza do padrão normal diluída, apresentando um tom pastel prateado, os olhos pretos e as pernas cinzas. O amarelo forte das faces e da crista se mantém, assim como as bochechas vermelhas. Ainda mostram, na região do pescoço, uma área de um prateado mais escuro.
A graduação do prateado varia de ave para ave, sendo a cor dos machos mais brilhante e intensa. A diferenciação entre os sexos pode ser feita do mesmo modo que o padrão normal.
Nesta variante, os genes produzem dois diferentes efeitos visuais, caso ocorram como fator simples ou duplo. Aves fator-duplo são mais claras que as fator-simples, parecendo lutinos, mas com um tom acinzentado, e retém a marcação mais escura na cabeça, olhos e pés escuros.

OLIVA OU ESMERALDA Mutação extremamente nova que surgiu nos Estados Unidos, onde é conhecida como olive ou spangle ou emerald green.
De padrão ainda não muito definido (fixado), basicamente se caracteriza por uma coloração canela-esverdeada, podendo variar de claro a escuro, e um padrão de marcação nas penas muito característico, conhecido como padrão de "lantejoulas" ou spangled, no inglês.

FULVO Surgido nos Estados Unidos, em 1971, o padrão fulvo (fallow) é semelhante ao canela, ou seja, também há mudanças na coloração da melanina, do preto para o marrom. Mas neste caso também ocorre uma diminuição da densidade da melanina, resultando em um canela pálido.
O amarelo é mais pronunciado, principalmente embaixo do corpo e crista, os olhos são vermelhos e o peito é de uma coloração mostarda ou creme. As fêmeas costumam ser mais bonitas que os machos, por apresentarem cores mais brilhantes.
Quase não há dimorfismo sexual, isto é, macho e fêmea são praticamente iguais, tornando difícil a identificação.

 PASTEL O padrão pastel (pastel face) pode ser confundido com o cara amarela, pois confere a mesma coloração. Mas esta é uma mutação sutil, que confere tonalidades mais brandas em todas as cores.
Também é um padrão de origem bastante recente (1989), tendo surgido possivelmente na Inglaterra.
Externamente as aves são em tudo semelhantes aos exemplares do padrão cara amarela, mas tem herança genética autossômica recessiva, o que facilita e acelera as combinações entre os padrões, principalmente com aqueles de herança ligada ao sexo. Seu fator genético é dominante apenas no cruzamento com o padrão cara branca.
Também aqui ocorre em duas formas: fator-simples e duplo.

PLATINUM Esta é uma mutação que só existe na Austrália. Há uma pequena confusão com relação ao nome, uma vez que nos Estados Unidos as aves prata dominante são comumente chamadas platinum.
O padrão platinum se caracteriza por uma coloração cinza-fumaça clara, como eles mesmo definem: smokey-grey.
As asas e a cauda apresentam um tom mais escuro e o bico, pés e pernas são em tom bege-claro. Eles apresentam os olhos vermelhos ao nascer, mas escurecem logo em seguida.
Fonte: http://www.petpassaros.com.br/


Fotos acima extraídas do site http://www.clubedocriador.com  

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